1 de fev. de 2009

Amaranto

Foi batizado com um nome perfeito, nasceu com um olhar e um sorriso inigualaveis em beleza, duvida de seu coração e vive solitário, sem ele mesmo para se fazer companhia.
Um guerra travada entre ele e o dia, e a culpa não é dele, ele não ofereceu seu sangue a ninguém, precisa de alguém para se culpar, e mesmo assim ele age só, faz tudo sozinho com medo dele mesmo. Ele acredita sem ver nada, ele recebe sem pedir por nada, é aquele que se tornou frio, onde não existe um coração vivo a bater e ele sabe que é o escolhido.
A chuva não para em sua mente, as lágrimas escorrem brancas como a neve e secas como o fogo, separado de um grupo diferenciado, onde ninguém tem oragem de procurar pelo escolhido, é o medo de perder sangue quente e vivo.
A idade perdida com o tempo, o sorriso escondido com o seu modo de vida, q guerra travada por ele com o dia, a libertação que se abre a noite, e mesmo assim ele é o escolhido pelos anjos e odiados pelos demônios, da qual ele se acha ser um, mas apesar de tudo ele é o escolhido!
Em sua terra onde o amanhecer não é esperado é só tentar e procurar. Acaricie o escolhido, acaricie o amaranto perdido.