Ei senhora dos meus sonhos
sombra do fundo de um necrotério
alma sem vida vagante
sombra sem corpo andante
pesadelos de doces sonhos acabados
imperfeição de alma corrompida
coração podre que bate morto
pele negra, cinza da putrefação
sangue negro que não corre
mente jogada ás traças
cerébro podre e sujo de vermes
corpo lavado por sangue podre
olhos fundos e inexistentes, corroidos
senhora levada pela morte
senhora que dei fim
senhora que amei e odiei e que amo.
Eu sinto sua falta hoje...
30 de abr. de 2008
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